sexta-feira, 9 de julho de 2010

Juizo

Meu juízo só vai contra o seu, quando você insiste em achar que apenas suas verdades são superiores a razão de qualquer razão. Tudo isso porque ontem ao abrir os olhos percebe que o mais importante não são as verdades que o meu coração reconhece e sim o que a minha própria razão desconhece. A cima de tudo porque hoje tudo é totalmente diferente do que já foi um dia, e o meu juízo ultrapassa minhas noções de sensatez e consciência. E talvez isso só seja verdadeiro porque ainda tenho prioridades maiores que o tempo e porque talvez eu tenha aprendido que a vida realmente vale. Vale porque a felicidade do meu juízo ultrapassa qualquer barreira entre extravagar ou limitar-me.
Yana Carla Monteiro Lopes

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Artigo de opinião



No meio de tanta politicagem as coisas estão ficando cada vez mais difíceis. E como cidadã nata brasileira e brasiliense sinto a obrigação de abrir um espaço no meu mundo de reservas e expor meu ressentimento em relação à hipocrisia e demagogia que vejo mergulhado o meu país. Como cidadã sem nenhuma ligação política, aprende desde sempre a opinião pública do que representa a política na esquina da minha casa. Porém com ímpeto de não me contentar com essa educação fajuta e essa opinião mesquinha, procuro a cada dia me aproximar da realidade e me situar diante das verdades que aos olhos de muitos cidadãos são ocultas. A frustração de tudo isso é me deparar com uma realidade caoticamente em crise. E mais frustrante ainda e ver a minha capital que deveria ser referencia em política, estar coberto de corrupção, mentiras, e inúmeras crises. Crises que seguem desde o ônibus que faz o transporte de uma sociedade que paga pela passagem mais cara do Brasil, aos estudantes que lutam por uma “alienação menos confinadora, porque o fim dela ainda é um caminho longo”. Sem olhar pela vertente de estarmos em plena copa do mundo, uma competição de interesse nacional que aumenta o marketing do nosso país, rumo às eleições que já se estacionam no ônibus ao lado para candidatos desconhecidos e candidatos passados a ferro elétrico. O jeito na teoria e na pratica parece não ter jeito. A melhor opção e tentar acertar em um alvo menos caótico possível. Fazer um limpo no velho e apostar em um novo, com todos os parafusos ou pelo menos quase todos sem nenhuma ferrugem “se é que é possível, é preferível que se acredite que é possível sim” sem persuasão! Pois de boas intenções o inferno está cheio, e de segundas chances o ônibus já está lotado. Não dá pra ficar voltando no passado e pensar quem fez “mais direitinho”. Já que temos novos agentes na firma, vamos colocar os novatos para trabalhar. Afinal só dá para julgar o carro depois da primeira volta. Seu voto não depende do vizinho, mais se amanhã o vizinho ligar o som alto, você é quem não vai dormir. Não vamos jogar tudo pro alto e achar que tudo está perdido. Façamos a nossa parte e esperemos pelo resultado. Pode definitivamente não ser tão triste assim.
Yana Carla Monteiro Lopes

sábado, 29 de maio de 2010

Exageros



Às vezes os pensamentos podiam simplesmente sair andando por aí. Sair em estilo “drag”, simplesmente exagerados com condições questionáveis, fazendo realizar-se tudo sem nenhum tipo de limitação. Á discutir a interioridade de qualquer liberdade mal dita, sem nenhuma definição concreta. Ignorando o útil, o agradável e o “certinho”, ignorando o padrão mal visto da sociedade. Às vezes a vida também podia ser assim estilo cenário de holliwood da Califórnia. Mas só às vezes porque vidas de exageros não são só prazeres, de vez em quando um pouco de sossego acalma o relento da alma de quem anda por muitos caminhos, e traz vislumbre ao natural do que é do ser humano.

Yana Carla Monteiro Lopes

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Porque o importante definitivamente é ser feliz




Se as coisas já não são mais as mesmas, e se todas as novas coisas não se realizam em cima de projeções. Não importa, o importante definitivamente é ser feliz. Até porque a graça da vida não está em encontrar sorrisos e nem tão pouco piadas e sim em procuras sorrir de coisas sem graça, de momentos pequenos , de ilusões idealizadas, de referências não encontradas e de experiências frustradas. O complicado mesmo talvez seja sobreviver. Mostrar pra felicidade que a tristeza não tem vez, que o importante nem sempre importa e que lugares simples podem ser simplesmente perfeitos. E se o bom mesmo é não se esquecer dos amigos e das risadas, é ficar com a família em horas sagradas, é ter tudo mesmo sem ter nada, é perceber que Deus não ajuda só pessoas encantas e viver em sintonia com a felicidade marcada. Vamos ser feliz. Afinal o mais importante da vida é não perder o humor e a cima de tudo ser INCONDICIONALMENTE FELIZ.
Yana Carla Monteiro Lopes

terça-feira, 4 de maio de 2010

A felicidade que fica longe da razão




Talvez o divertido da vida não esteja exatamente nos momentos de razão. Talvez porque a felicidade constantemente persiste nas voltas que a vida se vê envolvida, nas infinitas vezes que ela trata de encontros e desencontros e nos momentos de detalhes que fazem literalmente toda diferença. O divertido definitivamente são os beijos e abraços, as ilusões e descobertas, os sorrisos e as lembranças. E talvez lá no fundo das verdades nem mesmo o feliz entenda o que é mesmo divertido. Vivemos em um crescimento insano de adrenalina que pulsa nas nossas veias sessenta segundos por minuto, loucuras e atitudes que muitas vezes é melhor nem comentar. E é assim que se estende o desejo. Tocando a vida sem nem um medo, apostando no sim e fazendo valer à pena. Provando pro egoísmo que a vida simplesmente pertence aqueles que vivem a vida. Afinal se tudo fosse tão sem graça, qual o interesse em se viver tantas loucuras na vida.

Yana Carla Monteiro Lopes

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Conto de vida real




Na pratica ou nos contos da vida real a flexibilidade das historias são reguláveis até demais. Principalmente porque os sapos nem sempre viram príncipes, e os castelos das princesas nem sempre vem acompanhados de cavalos brancos. Na verdade verdadeirissima já ouve ate quem perguntasse por que existem contos de fadas?! Já que se aprende nos livros de historia que a cada século o mundo se torna mais “civilizado” “bonito” e “justo”. Todavia há os conformistas, que já dizem logo que isso não passa de fabulas encantadas, para apaziguar a tristeza das mocinhas na guilhotina dos vilões. E o que sobra além das queixas são puramente as fantasias e a imaginação. Portanto se os vestidos brancos, carruagens, príncipes e princesas não existem, paciência! Tudo na vida é mais que uma questão de verdades. Contos de fabulas ou de vida real requerem o pedido de clemência mais considerável possível. Agora mais que nunca os contos precisam de contadores que acreditem nessas verdades que nem sempre são tão verdadeiras e nem tão pouco reais. Fotocopia ou autor, promova seu conto, mesmo que na sua historia o príncipe seja um tanto comum e solte perolas de vez em quando, ou uma garota egoísta que acredite ser ela o centro do universo. Cada historia tem seu enredo e seus mártires também. Não custa nada a realidade ser um pouco diferente e até quem sabe muito mais atraente.
Yana Carla Monteiro Lopes

segunda-feira, 22 de março de 2010

Seguir em frente

Se em cada passagem da vida eu simplesmente olhase para traz, tenho certeza que não seguiria em frente. Não é facíl deixar para traz aquilo que um dia foi a razão da sua vida, neim taõ pouco os momentos felizes nos quais você aprendeu que a vida valia realmente a pena. Mais é de passado, presente e futuro que é feita uma vida e, é de erros e acertos que se constrõe uma historia. Mesmo que as vezes a saudade ou as lembrança nos impeça de seguir em frente. É tudo uma questão inegável de coragem, porque em cada passado deixamos um pouco do que fomos um dia, e aprendemos que é preciso muito mais do que vontade pra seguir em frente. Mais nada sintetiza-se pra sempre à menos qui o extremo seja destinado, desejado ou qualquer coisa que a filosofia não explique à um determinado alguém. Em todo caso não substime a vida. Em primeiro lugar elá é beim mais emergente do que o próprio ser humano e depois ela pertence ao desconhecido. O bastante para se tornar perigosa, divertida e imprevisivel.
Yana Carla Monteiro Lopes